Em um mundo onde super-heróis e monstros são comuns, One-Punch Man traz o protagonista mais simples possível para ser o homem mais forte que existe. O anime conta o dia-a-dia de Saitama, um herói normal que está infeliz por ser forte o bastante para derrotar todos os seus oponentes com apenas um soco, já que isso não lhe traz mais nenhuma sensação de adrenalina ao enfrentar um inimigo poderoso.

E quando se fala em "inimigo poderoso" pode esperar o monstro mais poderoso e sanguinário possível, que será derrotado com apenas um golpe. Com muito bom humor, One-Punch Man de certa forma satiriza os animes de luta que fazem tanto sucesso no mundo inteiro, como Dragon Ball Z, One Piece, Bleach e outros parecidos onde sempre existirá aquele vilão poderosíssimo e impossível de ser derrotado, até que com um milagre o protagonista conseguirá vence-lo, mas depois vai aparecer outro mais impossível na temporada seguinte.


Quando não é o vilão, é o herói que tem o maior poder destrutivo possível e é preciso um episódio ou temporada inteira para mostrar como este herói é poderoso, Bleach, One Piece e Naruto estão cheios desse tipo. Quem não lembra da expectativa para ver o poder dos Capitães (Bleach)? Mas que hoje eles já foram superados há tempos. E o Freeza como o ser mais poderoso do universo? Hahaha.

Pois bem, One-Punch Man traz monstros e heróis, e exagera esses monstros e heróis ao máximo do máximo, apresentando-os no episódio inteiro simplesmente para serem derrotados com apenas um golpe despretensioso de Saitama.

Mas os episódios não são só isso, há uma boa dose de humor, com personagens caricatos e carismáticos. O protagonista mesmo com esse poder todo não é percebido por ninguém no mundo, então essa primeira temporada foca em acompanhar a jornada de Saitama para se tornar um notório herói classe-S. Ele vive com a maior cara de bobo, pensando apenas em ter tempo para ler seus mangás ou fazer compras no supermercado. Enquanto o vilão está lá quantificando o nível de poder e ameaça que representa.

O anime é muito bem feito, possui um desenho muito bem trabalhado e efeitos especiais combinados perfeitamente com os efeitos sonoros. Um ponto alto no começo do anime é ver o cyborg Genos lutando, onde claramente a produção de arte realiza sua mágica.

De forma muito divertida, One-Punch Man é um dos melhores animes de 2015, possui todos os elementos que animes de luta precisam para fazer sucesso, mas com muita criatividade ao trazer humor, sátira e várias referências ao mundo dos super-heróis e a outros animes, criando sua própria identidade.

Gênero: Ação, Comédia.
Themes: Cyborg, Luta, Gora, Paródia, Super-herói.
Tema de abertura: "The Hero!! ~Ikareru Ken ni Honō o Tsukeru~"

Chapolim Colorado?
Leomon?

Piccolo?


Olá polvo, de volta com a coluna 'Qualquer anime aleatório' eu trago para vocês Dragon Ball Super #07. Vocês devem se perguntar agora: "Mas Dragon Ball é um anime aleatório?" Óbvio que não, mas eu escolhi ele e pronto.

Depois de quase 20 anos, Dragon Ball está de volta com a nova saga pós-Majin Boo. O episódio que eu me refiro nesta coluna é o 7º, o segundo depois do polêmico episódio 5. Já começo dizendo que a qualidade deste episódio nem se compara com o desastre que foi o quinto episódio, depois de ver aquele lamentável é quase inevitável não procurar erros nos seguintes, mas aparentemente a Toei tomou vergonha na cara, os desenhos só ficam estranhos quando os personagens estão muito longe, mas não incomoda. Os erros do EP5 eram gritantes.

E como esta é a primeira vez que falo de Dragon Ball Super, não vou deixar de elogiar a abertura. Ficou muito boa como todas as outras aberturas de Dragon Ball, eu acho ela até melhor que a do Dragon Ball Kai, principalmente a música.

Aparentemente os Guerreiros Z perderam a habilidade de sentir Ki ou só um deus pode sentir o Ki de outro (Dendê é o único que sente o Ki de Bills). Enfim, Bills ficou furioso por Majin Boo ter lhe recusado Pudim (acredite é Dragon Ball). O ataque e a intenção do deus da destruição de destruir a terra incitou os guerreiros Z a combater combatê-lo. Obviamente todos foram derrotados facilmente, até Gotenks que eu nunca achei que veria novamente após a saga de Boo.


O clima do episódio é muito descontraído, tanto que chega a irritar. Basta comparar o clima de perigo e tensão do início da saga dos androides com o clima desse episódio. Bills quer DESTRUIR a Terra e os Guerreiros Z parecem que não estão ouvindo, não ligam ou desistiram  mesmo de lutar. Está tudo sendo levado na brincadeira, parece que o escritor perdeu a noção de perigo de todo Dragon Ball Z e até GT.

"No meu tempo" Gohan, Picolo e os outros fariam de tudo para pensar em um plano para derrotar Bills. Vegeta lutaria até o limite, mas não perderia seu orgulho Saiyajin, ele até tenta neste episódio, mas as lutas com Bills não passam de 15 segundos (sendo otimista).


Entretanto o episódio tem seus pontos positivos: a reaparição de Gotenks depois de muito tempo me alegrou muito. A fúria de Vegeta despertada após Bulma ser ferida por Bills foi a melhor coisa que aconteceu com o personagem até este episódio, totalmente coerente.

Gostaria de ter falado melhor deste episódio, mas depois de ter assistido Dragon Ball Kai recentemente e ver o quanto Dragon Ball é excelente, então eu não posso esperar pouca coisa de Dragon Ball Super. Mas até agora tenho visto encheção de linguiça, lutas jogadas ao espectador sem importância alguma e um pouco da descaracterização de Vegeta. Cara o Vegeta é mal e tão orgulhoso que chega a ser chato, mas totalmente coerente e um excelente personagem, ele sempre foi mal na saga do Cell inteira e em uma boa parte da saga do Boo, ele não pode se humilhar tanto como nesse episódio.

Esse é o Vegeta que conheço
Enfim Dragon Ball é Dragon Ball e espero que melhore após toda essa saga acabar. Até porque todos que viram o filme "Batalha do deuses" já sabem como ela acaba né?

PS: Parece que Bills não será perdoado.

Olá polvo, essa é a  coluna onde eu falo de um episódio de anime escolhido de forma aleatória, dessa vez o anime que caiu aqui foi God Eater, baseado em um jogo de mesmo nome exclusivo para o PlayStation Portable.

A primeira vista foi realmente surpreendente, tudo pelo estilo de animação, os cabelos, olhos, cores e texturas parecem que saíram direto do video game, como eu nunca tive noção do jogo de PSP, eu pensei logo no estilo de The King of Fighters, mas com os cabelos de Ragnarok Online. Bem inusitado.


Se você está com saudade de Attack on Titan - cadê essa continuação gente? -, God Eater é para você. O anime contém muitos elementos de AoT, muitos mesmo. Começando pela muralha que é a última fortaleza de defesa da humanidade, o desenho dela é muito parecido (para não dizer igual) ao das muralhas de AoT. Defender de titãs? Não, dessa vez são monstros chamados Aragamis, mesmo plot com desenhos diferentes.

Aragami
Ao que eu percebi, tudo começou quando cientistas em uma plataforma de petróleo encontraram uma célula desconhecida, e chamaram Célula Oráculo, na qual usaram como uma nova fonte de energia. Parece que tudo saiu do controle e as células se tornaram os monstros.

Em 2071, nosso protagonista é o típico "messias" japonês recém admitido numa categoria de guerreiros chamada God Eater.


Os God Eater são humanos submetidos a experimentos, onde são injetadas células oráculo em seu corpo, proporcionando força e agilidade suficientes para combater os Aragamis. Cada God Eater usa uma arma chamada "Arca Divina". 

Digamos que o anime tem um grande potencial para criar uma richa com os fãs de Attack on Titan (novos fanboys serão criados?). É tudo muito parecido, mas eu destaco God Eater pelas cores que destacam bem seus personagens mesmo em locais sombrios, cada um é muito bem desenhado e único. Embora haja muito slow motion (acho que é culpa da qualidade da animação), o anime ainda tem um pouco de ação no final. A trilha sonora é muito bem colocada nos momentos certos.

Enfim God Eater me ganhou e assistirei o segundo episódio imediatamente. Deixe nos comentários se vale a pena ou ficará a mesma enrolação dos episódios de 3 minutos de Attack on Titan.


Sinopse:

Situado no Japão no ano de 2071, onde o mundo foi em grande parte destruído por monstros misteriosos conhecidos como Aragami. Uma organização conhecida como Fenrir foi feito para exterminar os Aragami usando armas chamadas Arcas Divinas que são feitas a partir de células de um Aragami. Aqueles que se especializam em exterminar Aragami são conhecidos como God Eaters.